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Moon

publicado por ónix, em 21.07.09

A lua está tão bonita esta noite, sedutora e imponente. Inspiradora de poetas e pintores, confidente dos amantes enamorados, quantos segredos não terá por revelar! Vou ficar a olhá-la até chegar a inspiração. Depois, se conseguir, vou deixar que cheguem as palavras  diáfanas e voluptuosas e vou escrever o que até agora ninguém escreveu. E quando forem lidas as palavras inspiradas, sintam-nas... amem-nas. Foram escritas com brandura e vontade.

 

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publicado por ónix às 23:24


comentários

De José A a 22.07.2009 às 00:21

Também a vejo daqui...
Afinal é a mesma, vista com diferentes sentidos.
Mesmo "sem inspiração", escreves lindamente...
Beijinho.

De ónix a 22.07.2009 às 00:30

Obrigada, amigo José
Sabes, ando pouco inspirada ultimamente mas tu tens essa capacidade de elogiar nos momentos certos.
Beijinhos para ti e resto de boa semana sem problemas de baterias ou motores de arranque.

De DyDa/Flordeliz a 22.07.2009 às 01:14

Para falar a verdade nem o sol vi. Acho que hoje passei por ele numa curva do caminho de olhos fechados.
Ainda bem que alguém registou o momento com inspiração.
Há dias...dias asssim!
Beijo

De ónix a 22.07.2009 às 12:06

Comentário cheio de inspiração.
Efectivamente há mesmo dias assim!
Bjinhos

De Ametista a 22.07.2009 às 14:57

A lua... ai a lua, minha querida Ónix...
Nossa eterna confidente...
E como dizes, inspiradora... foi ela que conseguiu esta tua inspiração...?
E aqui ficam as tuas palavras... doces como a tua alma...
Adoro-te

De ónix a 22.07.2009 às 19:08

Bigadaaaa... por acaso não estava assim muito inspirada. De há uns tempos para cá, anda fugida. Mas foi o que saiu.
Jinhos

De Katerina K. a 22.07.2009 às 16:25

Belas palavras sobre a lua!
Obrigada por postares.

Abraço flautístico,
Joana F.

De ónix a 22.07.2009 às 19:33

Obrigada eu, por teres gostado. Sê bem vinda. Depois espreitarei o teu blog.
Abraço para ti.

De spectrum a 25.07.2009 às 06:24

Voas [te] nesse vestido de balão de ar quente rumo às duas luas em oposição circunspectamente exactas. No cerrar de ambas, o leito onde permanecemos deitados num frente-a-frente surpreendente e numa angulosidade de cento e oitenta graus. Impossível o toque. Só os olhos se penetram em desespero de causa.

Beijinhos, Gui

De ónix a 25.07.2009 às 18:18

Lindas e inspiradas as palavras que ficam a flutuar na nossa imaginação.
Obrigada.
Abraço para ti.

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