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Cartas

publicado por ónix, em 16.04.09

Hoje, ao abrir o móvel da sala, olhei para ela e achei que não lhe devia tocar. Voltei a olhá-la e a saudade falou mais alto. Peguei nela lentamente e abri-a... a caixinha de madeira onde descansam há tanto tempo as cartas que me escreveste num tempo já passado, quando estava distante em trabalho. As minhas mãos esguias acariciaram cada uma delas... foram-me dedicadas com aquele imenso amor que nos unia! Foram escritas com o teu humor peculiar e faziam-me sorrir à distância, quando me sentia triste e tão longe de ti e de nós. Não as li. Voltei a guardá-las com carinho. Arrumei a caixa. Não voltarei a abri-la proximamente. 

Depois... senti-me melancólica.

 

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publicado por ónix às 23:31


comentários

De José A a 17.04.2009 às 19:53

Se é para te sentires feliz, lê, relê e voltar a reler porque as memórias são para isso mesmo. Se ficares triste, guarda-as na caixinha e coloca-a no fundo do móvel bem escondida para não ser lembrada.
*
P.S. Sabes que tenho uma gaveta cheia de cartinhas e ainda as guardo porque a "minha" Guida não deixou deita-las fora, diz que é uma parte da minha vida, mas estou "proibido" de as ler. Acho justo...
Beijinho.

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