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Cartas

publicado por ónix, em 16.04.09

Hoje, ao abrir o móvel da sala, olhei para ela e achei que não lhe devia tocar. Voltei a olhá-la e a saudade falou mais alto. Peguei nela lentamente e abri-a... a caixinha de madeira onde descansam há tanto tempo as cartas que me escreveste num tempo já passado, quando estava distante em trabalho. As minhas mãos esguias acariciaram cada uma delas... foram-me dedicadas com aquele imenso amor que nos unia! Foram escritas com o teu humor peculiar e faziam-me sorrir à distância, quando me sentia triste e tão longe de ti e de nós. Não as li. Voltei a guardá-las com carinho. Arrumei a caixa. Não voltarei a abri-la proximamente. 

Depois... senti-me melancólica.

 

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publicado por ónix às 23:31


comentários

De Ametista a 19.04.2009 às 00:04

Não gosto de te sentir triste... sorri, minha querida Ónix...
Sabes que o saudosismo é típico da minha pessoa... mas já nada nos pode abalar... a vida tem de ser vivida... um dia de cada vez... sempre com um sorriso... o tempo ajuda-nos e tu sabes disso...
As nossas forças de viver são diferentes... mas têm o mesmo tamanho... Também tu és uma grande mulher... tão grande quanto eu...
Adoro-te

De ónix a 19.04.2009 às 00:11

Minha querida ametista
Eu não ando triste... e sabes que eu vivo um dia de cada vez. De momento, só quero que tudo corra bem contigo.O resto, pouco me importa. E só porque escrevo artigos mais ou menos tristes, não quer dizer que eu seja assim.Pelo contrário,até sou bem disposta.
Beijinho grande, manuska

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